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ZNS Advogados Falar com o escritório

A empresa não pagou o que devia. Isso prescreve.

Você tem dois anos depois da saída para cobrar na Justiça do Trabalho, e a conta alcança os cinco anos anteriores. Analisamos o seu caso e dizemos o que dá para cobrar — antes que o prazo feche.

Sócios da ZNS Advogados
Como podemos ajudar

Você se reconhece em alguma destas situações?

São os quatro motivos pelos quais as pessoas nos procuram com mais frequência.

01

Trabalhou sem carteira assinada — ou como MEI

Se você cumpria horário, recebia ordens e não podia mandar outra pessoa no seu lugar, havia vínculo de emprego — mesmo com um CNPJ no meio. Reconhecido o vínculo, vêm 13º, férias com um terço, FGTS, aviso prévio e o registro na carteira.

02

Não recebeu as verbas da rescisão

Saldo de salário, aviso prévio, férias proporcionais, 13º, FGTS e multa de 40%. Se o pagamento não saiu no prazo legal, a empresa ainda deve a multa do artigo 477 — o equivalente a um salário a mais.

03

Trabalhava em condição insalubre ou perigosa

Ruído, calor, produtos químicos, agentes biológicos, eletricidade ou inflamáveis. O adicional é de 10%, 20% ou 40% sobre a base legal e se prova por perícia — que o juiz determina no processo, sem custo adiantado para você.

04

Horas extras, pagamento por fora ou acidente de trabalho

Jornada além do combinado sem pagar o adicional, salário pago parte na conta e parte em espécie, ou acidente e doença adquirida no serviço. Todos têm reparação prevista — e todos dependem de prova que se constrói antes de entrar com a ação.

Como funciona

Quatro etapas, sem surpresa em nenhuma delas.

Conversa

Você conta o que aconteceu pelo WhatsApp. Sem formulário, sem compromisso e sem custo.

Análise

Vemos os seus documentos e conversamos sobre a rotina do trabalho. É daí que sai o que dá para provar.

Estratégia

Explicamos o que cabe pedir, a faixa de valor realista e os custos antes de entrar com a ação.

Condução

Ajuizamos, acompanhamos as audiências e avisamos você a cada movimentação — inclusive quando há proposta de acordo.

Prepare-se

O que costuma ser necessário

Não precisa ter tudo para falar conosco. Mesmo quem não guardou nada tem caminho — boa parte da prova pode ser exigida da empresa dentro do processo.

  • Carteira de trabalho e contrato, se houver
  • Termo de rescisão e comprovantes de pagamento
  • Holerites ou recibos, mesmo que informais
  • Extrato do FGTS
  • Conversas de WhatsApp com chefia e colegas
  • Escalas, cartões de ponto ou anotações de horário
  • Nome e contato de quem trabalhou com você
  • Atestados e exames, em caso de acidente ou doença

Saiu do emprego há menos de dois anos?

Então o prazo ainda está aberto. Vale conferir o que dá para cobrar antes que ele feche.

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Perguntas frequentes

O que costumam nos perguntar

Quanto custa entrar com a ação?

A análise inicial é gratuita. Na Justiça do Trabalho, o mais comum é o honorário ao final, calculado sobre o que você receber — se não houver resultado, não há honorário. Qualquer custo é combinado por escrito antes de a ação começar.

Tenho medo de ser prejudicado no mercado por processar a empresa.

É a preocupação que mais ouvimos. Processo trabalhista não aparece em consulta de crédito nem em ficha de emprego, e recusar alguém por ter reclamado direitos é discriminação. Na prática, a maioria dos casos se resolve em audiência de conciliação, sem alarde.

Não tenho nada por escrito. Ainda assim dá?

Muitas vezes sim. Prova testemunhal vale na Justiça do Trabalho, e vários documentos — cartão de ponto, folha de pagamento, controle de jornada — são obrigação da empresa guardar e podem ser exigidos dentro do processo. A falta deles, aliás, às vezes pesa contra quem deveria tê-los.

Quanto tempo leva?

Uma reclamatória costuma levar de um a dois anos até a sentença, e mais algum tempo se houver recurso. Casos que se encerram por acordo na primeira audiência podem se resolver em poucos meses. Dizemos a faixa realista do seu caso logo na análise.

Vocês garantem que eu vou ganhar?

Não, e desconfie de quem garantir. O que podemos garantir é o contrário: se a análise mostrar que o caso não tem como avançar, você vai ouvir isso de nós — em vez de pagar para descobrir depois.

Primeiro contato

Conte o seu caso agora.

Descreva a sua situação no WhatsApp. Se houver o que cobrar, explicamos o quê, quanto costuma valer e quanto tempo costuma levar.

Dra. Irla Zwirtes